
Errar é humano, demasiado humano. Mas isso não faz o errado, certo.
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Uma criatura rasa de sentimentos se vê obcecada por olhos e seu significado atrelado a alma humana. A questão aqui não é fazer com que o telespectador entenda, mas sim se veja obrigado a sentir humanidade por algo que, a primeira vista, é desumano.