
EM MOVIMENTO CONSTANTE, COMO AS ÁGUAS DO RIO BENFICA
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Na Amazônia, Fábio e Igor vivem na juventude um território de descobertas. A mudança de cidade de Fábio interrompe esse percurso. Vinte anos depois eles se reencontram e, entre memórias e silêncios, percebem que já não se lembram do território vivido, mas do mapa afetivo fragmentado e em constante movimento, como as águas do rio Benfica